Imperatriz Leopoldinense 2025

Saudações!

Esse post vai em português porque, assim como outra homenagem, não faz sentido ser em outro idioma. Escola de Samba é algo fora de série, uma das manifestações mais bonitas e opulentas da cultura brasileira; desde pequena, eu sempre assisti os desfiles, inclusive ao ponto de chegar cansada na escola (!), mas, sempre feliz com a incrível demonstração de beleza na tela – e apaixonada pelas histórias ali contadas pela Marquês de Sapucaí (RJ) ou Anhembi (SP).

Entretanto, uma escola em particular tomou meu coração de assalto no ano 2000, onde foi consagrada, em pleno Sambódromo do Rio de Janeiro, bicampeã consecutiva e primeira campeã do Século XXI – Imperatriz Leopoldinense. Eu me apaixonei ali, pelo enredo, alegorias e pelo cantar, desviando do favoritismo da Mangueira dentro da minha família (sou uma das únicas a não torcer para a Mangueira, apesar de ter um carinho IMENSO por essa agremiação), sofrendo e sorrindo com a Rainha de Ramos ano após ano.

Sempre quis fazer uma homenagem, nem que fosse anual, à escola para qual torço há 25 anos, e na qual mantenho uma tendência curiosa quanto ao esquema de cores de times que torço (sou Palmeirense também, que compartilha com a Imperatriz o branco e verde).

Independente das apurações de hoje, eu estou mais do que contente em ver a Imperatriz fazendo seu melhor todos os anos. À comunidade de Ramos que faz tudo acontecer, O SONHO VIROU REALIDADE!

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